'Minha Casa, Minha Vida' continua, mas em ritmo mais lento
O programa Minha Casa, Minha Vida terá continuidade,
porém, a terceira fase, que começa após a aprovação do Orçamento de 2016 pelo
Congresso Nacional, deve acontecer em ritmo mais lento e com algumas
alterações. A partir de agora, o programa deve ser operado de
acordo com o cenário fiscal atual e vai sofrer mudanças, como os subsídios
concedidos pela União, que vão continuar, mas em um patamar mais baixo, como
tem acontecido com outros financiamentos públicos, como o estudantil e o da
safra agrícola. As informações são da Agência Brasil.
Com as alterações, o valor limite da renda da primeira
faixa do programa, que não tem juros e conta com um subsídio maior, aumentou de
R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil por família. O governo criou um grupo de renda
intermediário, chamado de Faixa 1,5, que vai atender a famílias com renda de
até R$ 2.350 mensais, que terão subsídio até R$ 45 mil.
