'Minha Casa, Minha Vida' continua, mas em ritmo mais lento

O programa Minha Casa, Minha Vida terá continuidade, porém, a terceira fase, que começa após a aprovação do Orçamento de 2016 pelo Congresso Nacional, deve acontecer em ritmo mais lento e com algumas alterações. A partir de agora, o programa deve ser operado de acordo com o cenário fiscal atual e vai sofrer mudanças, como os subsídios concedidos pela União, que vão continuar, mas em um patamar mais baixo, como tem acontecido com outros financiamentos públicos, como o estudantil e o da safra agrícola. As informações são da Agência Brasil.

Com as alterações, o valor limite da renda da primeira faixa do programa, que não tem juros e conta com um subsídio maior, aumentou de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil por família. O governo criou um grupo de renda intermediário, chamado de Faixa 1,5, que vai atender a famílias com renda de até R$ 2.350 mensais, que terão subsídio até R$ 45 mil.

Os juros cobrados dos beneficiários do programa também foram alterados: nas faixas 2 e 3, que variavam de 5% a 7,16% ao ano, dependendo da renda familiar bruta, subiram para entre 6% e 8%. A nova faixa terá juros de 5% ao ano. Na faixa 1, os beneficiários continuam isentos de juros.