Empresários criticam transição curta prevista na PEC do fim da escala 6x1 e preveem alta de custos
Associações empresariais reagiram com preocupação ao relatório da PEC que prevê o fim da escala 6x1 e a redução gradual da jornada de trabalho no país. Para representantes do comércio e da indústria, o prazo de transição proposto é curto e pode gerar aumento de custos, necessidade de novas contratações, insegurança jurídica e repasse de preços ao consumidor. O relatório apresentado pelo deputado Leo Prates (Republicanos-BA) prevê que a jornada máxima caia das atuais 44 horas semanais para 42 horas 60 dias após a promulgação da emenda. Depois de 12 meses, o limite passaria a ser de 40 horas semanais. O texto também estabelece dois dias de descanso remunerado por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos, e impede redução salarial. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), recebe nesta terça-feira (26) representantes da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A PEC ainda precisa ser aprovada...